quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Felicidades! Boas festas e até 2012!

Hoje, estou muito feliz!  Minha filha, Andressa (21), apresentou (ontem) o TCC do Curso de Comunicação Social: Jornalismo, na Unipampa- São Borja, e recebeu conceito 10 com louvor. Ela, juntamente com um colega do curso de Publicidade (Samuel), criou uma revista (em versão impressa e digital) destinada ao público jovem que reside na  fronteira oeste do Estado: Cooltura. 
Depois de uma notícia tão boa, vou é passar o resto do ano comemorando... Uma filha encaminhada...
(profissionalizada)... E, depois de quatro anos, voltando para casa!
A Didi (nossa cadela) já está latindo e eu vou até fazer um bolo de chocolate!
Bom Natal e ótimo 2012 a todos!
Beijos!

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Perspectivismo: a realidade da investigação científica... "via, literatura popular..."

Os cegos e o elefante (parábola budista)

Certo dia, um príncipe indiano mandou chamar um grupo de cegos de nascença e os reuniu no pátio do palácio. Ao mesmo tempo, mandou trazer um elefante e o colocou diante do grupo. Em seguida, conduzindo-os pela mão, foi levando os cegos até o elefante para que o apalpassem. Um apalpava a barriga, outro a cauda, outro a orelha, outro a tromba, outro uma das pernas. Quando todos os cegos tinham apalpado o paquiderme , o príncipe ordenou que cada um explicasse aos outros como era o elefante, então, o que tinha apalpado a barriga, disse que o elefante era como uma enorme panela. O que tinha apalpado a cauda até os pelos da extremidade discordou e disse que o elefante se parecia mais com uma vassoura. "Nada disso ", interrompeu o que tinha apalpado a orelha. "Se alguma coisa se parece é com um grande leque aberto". O que apalpara a tromba deu uma risada e interferiu: "Vocês estão por fora. O elefante tem a forma, as ondulações e a flexibilidade de uma mangueira de água...". "Essa não", replicou o que apalpara a perna, "ele é redondo como uma grande mangueira, mas não tem nada de ondulações nem de flexibilidade, é rígido como um poste...". Os cegos se envolveram numa discussão sem fim, cada um querendo provar que os outros estavam errados, e que o certo era o que ele dizia. Evidentemente cada um se apoiava na sua própria experiência e não conseguia entender como os demais podiam afirmar o que afirmavam. O príncipe deixou-os falar para ver se chegavam a um acordo, mas quando percebeu que eram incapazes de aceitar que os outros podiam ter tido outras experiências, ordenou que se calassem. "O elefante é tudo isso que vocês falaram.", explicou. "Tudo isso que cada um de vocês percebeu é só uma parte do elefante. Não devem negar o que os outros perceberam. Deveriam juntar as experiência de todos e tentar imaginar como a parte que cada um apalpou se une com as outras para formar esse todo que é o elefante."
Bom final de semana!
Beijos,


segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Estância Velha, "um lugarzinho no meio do tudo..."

Nesse sábado, fui contar histórias (pela Educinter)  para as professoras da rede pública municipal de Estância Velha- pequeno município localizado entre Novo Hamburgo e São Leopoldo-RS. Fui "encantar" e voltei "encantada"... E o que me deixou impressionada foi a ótima estrutura das escolas públicas do município: salas de aula espaçosas, material didático em bom estado e acessíveis aos alunos, pátios limpos, enfim: tudo organizado para que um processo qualitativo ocorra. (clap, clap)
As professoras (muito queridas) falantes, receberam a missão de recontarem, para o maior número de pessoas possível, os contos que ouviram... Principalmente, a história do homem do saco...
Descobri que elas também ouviram  falar de "alguém" quando pequenas: uma velha, um velho, um homem que roubava criancinhas... Enfim, só confirmaram o poder de adentrar em lugarzinhos mais ínfimos dos contos populares...
Voltarei lá, em fevereiro...
Beijos e boa semana!