quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Vais trabalhar com questões de gênero? Que tal aprender um pouco com o camaleão?


Recebi essa dica de uma aluna, hoje pela manhã: Letícia- Pedagogia/ Osório. Achei a história linda. A autora, Ruth Rocha, trabalha no texto muito mais do que questões de gênero: trabalha saúde mental!
Espero que gostem, se não gostarem é porque não têm padrinhos... (o conhecimento popular africano explica).
Bj!

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Facebook para professoras brincantes!

Professoras fazem amigas nos locais de trabalho. Relações que,  muitas vezes, estendem-se para fora das escolas. Atualmente, além de contatos presenciais, os virtuais, nas redes sociais, garantem os papos e as trocas de ideias entre docentes. Há algum tempo,  venho selecionando na rede: Facebook, "pérolas pedagógicas" compartilhadas por docentes: pensamentos, dicas de livros, textos, e atividades.
Segue, então,  um "naco de coisas boas" que já coligi e que são específicas para a criançada.  Afinal, o ano está terminando e  as "vozes" da escola  começam a cansar a gurizada... 
Deixemos, assim, que os brinquedos (salvadores precisos da alegria)  possibilitem dias melhores!
 Bj.

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quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Semana do Bebê- Osório- RS



Ontem, fui conversar com as professoras de berçário (em Osório) sobre o currículo  a partir do RCNEI (1998). As questões de linguagem e a importância das canções de ninar para a inserção do bebês no mundo das narrativas foram enfatizadas. Rememoramos o bicho- papão, a cuca, o boi da cara preta, e o galinho perdido. Refletimos sobre o currículo feito no encontro (entre professores e bebês), num determinado espaço,  e sobre a beleza de trabalhar com gentes que "negam o ofício de aluno": quando não respondem a prescrições... 
Um bebê, Gustavo, esteve presente, foi com a mãe (atendente de creche), e acho que ele concordou com tudo que falei, pois quando eu procurava por ele (entre o público,  de mulheres) seus olhos balbuciavam: "isso, fala para todas que eu penso..."
Sustentei minhas falas nos estudos de Barbosa, Richter (2010),  e de outras pesquisadoras (es) da infância. Assistimos ao vídeo abaixo (do Palavra Cantada), a cantoria tomou conta da sala: "faz três noites que eu não durmo, lá, lá..." O Gustavo não resistiu, e ao final do acalanto dormia e suspirara... LINDÃO!
Bj.