"Passei a noite contando histórias" para uma turma da Pedagogia (Unisinos), acho que foi isso que me pediram para fazer: trabalhar Letramento. Trabalhei na perspectiva da Leiturização! Saíram da sala com carinhas de contentes e, desse modo, vendi meu peixe: tão importante (ou mais) que o acesso ao livro impresso é a garantia ao conto contado.
Defendo a prática diária do olho no olho, da adaptação textual, e assim a criação de elos comunicativos (ímpares) com a criançada, garantidos por uma "língua" sempre compreensível.
Literatura para os TODOS!
Abusei, diante da clientela, 99% feminina, de contos de amor. Calma! Massacrei retoricamente as cinderelas, a bela adormecida e, claro, ovacionei a Sherazade e a Chapeuzinho Vermelho.
Brincamos de decifrar os misteriosos escritos nas entrelinhas das páginas seculares... Levei, para isso, um velho amigo: Dicionário de símbolos e mitos...
Sugestão de "livrinhos de bolso para professores legais":
Contos dos Irmãos Grimm- Clarissa Pinkola Estés e Contos Tradicionais do Brasil- Luis da Câmara Cascudo. (insisto em obras baratas e com diversidade de contos traduzidos culturalmente, pelo valor social do conteúdo.)
Entretanto, reforço que a Internet possui uma infinidade de contos populares de várias partes do mundo: Africanos, Indianos, Chineses, Japoneses...
Aliás, o conto indiano sobre as sementes de mostardas (que contei) encontrei na rede (sugestão de uma aluna de Cidreira- a JU). Segue o link.http://www.yogabrasil.org/contos-indianos/523-as-sementes-de-mostarda-
Beijos à turma, e foi um grande prazer tê-los na roda! @té!






























