Durante as férias a minha filha Marina (11 anos) foi presenteada com dois volumes do Harry Potter, também assistiu ao filme. Fiquei surpresa com a pergunta que fez: "Mãe, se eu fosse selecionada para ir a Hogwarts, você deixaria?"
Eu respondi: "Claro que sim".
E ela retrucou: "Tem certeza?"
"ABSOLUTA!"
Ela já pediu o volume 3 e o... Está escrevendo uma aventura secreta. Por isso, não poderei postá-la.
Heis a magia... "da literatura" sendo alimentada!
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Maria Docente: 1 ano
(Montagem feita pela Marina- 11 anos- a partir do desenho da Maria Docente feito pelo Klaus- hoje com 7 anos)
As meninas
(Cecília Meireles)
Arabela
abria a janela.
Carolina
erguia a cortina.
E Maria
olhava e sorria:
"Bom dia!"
Arabela
foi sempre a mais bela.
Carolina
a mais sábia menina.
E Maria
Apenas sorria:
"Bom dia!"
Pensaremos em cada menina
que vivia naquela janela;
uma que se chamava Arabela,
outra que se chamou Carolina.
Mas a nossa profunda saudade
é Maria, Maria, Maria,
que dizia com voz de amizade:
"Bom dia!"
Lero-lero:
Hoje o blog está complentando 1 ano (VIVA!), escolhi essa poesia das meninas por tudo que sugere... Seriam mesmo três ou uma menina?
A MARIA, que uma hora é a mais bela, noutra a mais sábia mas que, geralmente, é apenas capaz de dar um "Bom dia"!
Agradeço ao acesso diário das Marias e Joões que leem, deixam recados, comentários, enfim, que curtem esse meio de difusão de ideias (imprensa de margem, como chamam alguns).
Posto (a seguir) o número de acessos, nesse primeiro ano, do qual muito me orgulho, visto que esse é um espaço inteiramente destinado a coisas ligadas à EDUCAÇÂO. Num país onde a informação não é um direito de todos. Onde muitos professores nem se quer sabem acessar à Internet. Em que as salas de informática, na maioria das escolas, são espaços "de acesso restrito", destinados a instrutores (estagiários) de jogos, "desenhos"; em que cabe aos professores, apenas, acompanhar as crianças até a porta de entrada... Ou seja, onde há muito a fazer no sentido de aproximar os educadores desse material didático chamado de "virtual".
Acessos ao Maria Docente (02-2010 a 02-2011):
Brasil 4.518
Estados Unidos 296
Portugal 188
França 83
Canadá 42
Rússia 25
Hong Kong 19
Reino Unido 18
República Popular Democrática do Laos 14
Moldávia 14
Total: 5.313 OBRIGADA!
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
As palavras e as uvas, os homens e os vinhedos...
Um homem dos vinhedos falou, em agonia, junto ao ouvido de Marcela. Antes de morrer, revelou a ela o segredo:
─ A uva ─ sussurrou ─ é feita de vinho.
Marcela Pérez- Silva me contou isso, e eu pensei: se a uva é feita de vinho, talvez a gente seja as palavras que contam o que a gente é.
(Eduardo Galeano)
Fonte: Livro dos Abraços
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Matando as saudades: Caxias do Sul
Hoje estive em Caxias revendo minhas queridas colegas de escola. Foi muito bom saber que estão todas bem e "tocando a vida". Que continuam sonhando com dias e salários melhores, buscando novas oportunidades. E que estudar tenha sido
a palavra que mais "rolou" durante o almoço. Algumas em busca do reconhecimento da função ( estudando para concursos) outras em busca de outro idioma (pensando no Mestrado).
Amanhã uma ex-aluna, ex-estagiária e ex- professora de minha equipe (de Caxias) vai receber o sonhado diploma de pedagoga: Priscila Salomé, a Pri, como era chamada por todos. Recebi o convite juntamente com uma cartinha, o trecho que segue muito me emocionou:
"Sinto muito sua falta, das nossas conversas, das reuniões, das broncas, dos teus ensinamentos..." Pri.
Quem orienta professores, como eu fiz por dez anos, sempre tem sentimentos confusos, não é fácil ser o que cada um (diferentemente ) espera.
Desejo a minha mais nova amiga pedagoga ( e olha que são muitas...) uma grande carreira e que ela nunca deixe de contar, com o "entusiasmo de sempre", as suas histórias.
Vamos para a rodinha Pri?
Era uma vez, uma moça que saiu da casa da mãe, lá no Paraná, e veio morar com os tios em Caxias do Sul. Trouxe na mala o sonho de se tornar professora. Fez o Normal (noturno), ralou em váriossubempregos, estágios, jornadas,
mas amanhã vai "estourar" uma espumante que ganhou da Cris e comemorar o trajeto percorrido até aqui. Afinal, professor fecha um livro e abre outro...
(obs: não poderei estar fisicamente presente, mas...)
a palavra que mais "rolou" durante o almoço. Algumas em busca do reconhecimento da função ( estudando para concursos) outras em busca de outro idioma (pensando no Mestrado).
Amanhã uma ex-aluna, ex-estagiária e ex- professora de minha equipe (de Caxias) vai receber o sonhado diploma de pedagoga: Priscila Salomé, a Pri, como era chamada por todos. Recebi o convite juntamente com uma cartinha, o trecho que segue muito me emocionou:
"Sinto muito sua falta, das nossas conversas, das reuniões, das broncas, dos teus ensinamentos..." Pri.
Quem orienta professores, como eu fiz por dez anos, sempre tem sentimentos confusos, não é fácil ser o que cada um (diferentemente ) espera.
Desejo a minha mais nova amiga pedagoga ( e olha que são muitas...) uma grande carreira e que ela nunca deixe de contar, com o "entusiasmo de sempre", as suas histórias.
Vamos para a rodinha Pri?
Era uma vez, uma moça que saiu da casa da mãe, lá no Paraná, e veio morar com os tios em Caxias do Sul. Trouxe na mala o sonho de se tornar professora. Fez o Normal (noturno), ralou em vários
mas amanhã vai "estourar" uma espumante que ganhou da Cris e comemorar o trajeto percorrido até aqui. Afinal, professor fecha um livro e abre outro...
(obs: não poderei estar fisicamente presente, mas...)
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Desenhos infantis de um nativo digital... (Klaus- 7 anos)
Já postei vários desenhos feitos pelos meus filhos menores: Marina e Klaus. Costumo incentivar as produções artísticas... Na casa toda temos obras fixadas. Na geladeira, na porta dos roupeiros e nos murais específicos. Estamos selecionando alguns trabalhos para emoldurar.
É muito comum encontrarmos quadros e outros materiais que tenham como tema o desenho infantil na perspectiva de adultos, que imitam (sem sucesso) os traços das crianças. Os desenhos à moda palito parecem ser os mais representativos, na concepção de quem não é criança, da produção infantil.
Na verdade, isso revela a falta de apreço da maioria dos adultos pelo que é produzido pelas crianças. Também justifica o permanente uso de desenhos padronizados nas escolas, onde a função da criança passa a ser unicamente pintar dentro das linhas e, de preferência, com as cores "certas".
O desenho é uma representação gráfica, modo de comunicação primitivo, escrita não alfabética mas, nem por isso, menos significativa. Assim, a forma como é proposto, avaliado, incentivado, define o sucesso ou não das crianças durante a prática de desenhar. Lembrando que, mesmo antes delas começarem a falar já dão sinais de que gostam de marcar suportes. Basta um espaço (um papel, uma mesa) e um instrumento de interferência (lápis, giz de cêra, canetas) que as "mãozinhas gordas" já saem fazendo bolinhas...
Nesse Natal meus filhos foram presenteados com uma prancha digital para desenho. Ela é parecida com aquelas que os estilistas e arquitetos possuem mas em tamanho e com recursos menores, pois, é um "brinquedo". Assim, as crianças iniciaram suas novas produções. Seguem alguns dos trabalhos produzidos pelo Klaus ( 7 anos).
Obs: a prancha é uma Genius, custou R$180,00 e foi comprada numa loja de computadores. As produções ficam diferentes daquelas que as crianças já faziam no computador ( paint). O equipamento tem uma caneta que permite um desenho invisível na prancha e, assim, necessita de habilidades "a mais" para ser concluído. Via tela é que tudo se define (eu não consegui desenhar nada que preste... mas, sou imigrante nesse mundo.com, já os pequenos, fizeram maravilhas!).
Sem dúvida, um belo recurso para incentivar desenhos nas escolas do presente!
É muito comum encontrarmos quadros e outros materiais que tenham como tema o desenho infantil na perspectiva de adultos, que imitam (sem sucesso) os traços das crianças. Os desenhos à moda palito parecem ser os mais representativos, na concepção de quem não é criança, da produção infantil.
Na verdade, isso revela a falta de apreço da maioria dos adultos pelo que é produzido pelas crianças. Também justifica o permanente uso de desenhos padronizados nas escolas, onde a função da criança passa a ser unicamente pintar dentro das linhas e, de preferência, com as cores "certas".
O desenho é uma representação gráfica, modo de comunicação primitivo, escrita não alfabética mas, nem por isso, menos significativa. Assim, a forma como é proposto, avaliado, incentivado, define o sucesso ou não das crianças durante a prática de desenhar. Lembrando que, mesmo antes delas começarem a falar já dão sinais de que gostam de marcar suportes. Basta um espaço (um papel, uma mesa) e um instrumento de interferência (lápis, giz de cêra, canetas) que as "mãozinhas gordas" já saem fazendo bolinhas...
Nesse Natal meus filhos foram presenteados com uma prancha digital para desenho. Ela é parecida com aquelas que os estilistas e arquitetos possuem mas em tamanho e com recursos menores, pois, é um "brinquedo". Assim, as crianças iniciaram suas novas produções. Seguem alguns dos trabalhos produzidos pelo Klaus ( 7 anos).
Obs: a prancha é uma Genius, custou R$180,00 e foi comprada numa loja de computadores. As produções ficam diferentes daquelas que as crianças já faziam no computador ( paint). O equipamento tem uma caneta que permite um desenho invisível na prancha e, assim, necessita de habilidades "a mais" para ser concluído. Via tela é que tudo se define (eu não consegui desenhar nada que preste... mas, sou imigrante nesse mundo.com, já os pequenos, fizeram maravilhas!).
Sem dúvida, um belo recurso para incentivar desenhos nas escolas do presente!
Outros: Caso queira utilizá-los em trabalhos acadêmicos e outros ( sem fins lucrativos) fique à vontade. Não esqueça os créditos e de deixar comentários sobre o local onde foi reproduzido.
Na semana que vem postarei os da Marina (11 anos).
domingo, 30 de janeiro de 2011
Papos (Luis Fernando Verissimo)
- Me disseram...
- Disseram-me.
- Hein?
- O correto é "disseram-me". Não "me disseram".
- Eu falo como quero. E te digo mais... Ou é "digo-te"?
- O quê?
- Digo-te que você...
- O "te" e o "você" não combinam.
- Lhe digo?
- Também não. O que você ia me dizer?
- Que você está sendo grosseiro, pedante e chato. E que eu vou te partir a cara. Lhe partir a cara. Partir a sua cara. Como é que se diz?
- Partir-te a cara.
- Pois é. Parti-la hei de, se você não parar de me corrigir. Ou corrigir-me.
- É para o seu bem.
- Dispenso as suas correções. Vê se esquece-me. Falo como bem entender. Mais uma correção e eu...
- O quê?
- O mato.
- Que mato?
- Mato-o. Mato-lhe. Mato você. Matar-lhe-ei-te. Ouviu bem?
- Pois esqueça-o e pára-te. Pronome no lugar certo e elitismo!
- Se você prefere falar errado...
- Falo como todo mundo fala. O importante é me entenderem. Ou entenderem-me?
- No caso... não sei.
- Ah, não sabe? Não o sabes? Sabes-lo não?
- Esquece.
- Não. Como "esquece"? Você prefere falar errado? E o certo é "esquece" ou "esqueça"? Ilumine-me. Me diga. Ensines-lo-me, vamos.
- Depende.
- Depende. Perfeito. Não o sabes. Ensinar-me-lo-ias se o soubesses, mas não sabes-o.
- Está bem, está bem. Desculpe. Fale como quiser.
- Agradeço-lhe a permissão para falar errado que mas dás. Mas não posso mais dizer-lo-te o que dizer-te-ia.
- Por que?
- Porque, com todo este papo, esqueci-lo.
Fonte:
VERISSIMO, Luis Fernando. Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001. p. 65.
- Disseram-me.
- Hein?
- O correto é "disseram-me". Não "me disseram".
- Eu falo como quero. E te digo mais... Ou é "digo-te"?
- O quê?
- Digo-te que você...
- O "te" e o "você" não combinam.
- Lhe digo?
- Também não. O que você ia me dizer?
- Que você está sendo grosseiro, pedante e chato. E que eu vou te partir a cara. Lhe partir a cara. Partir a sua cara. Como é que se diz?
- Partir-te a cara.
- Pois é. Parti-la hei de, se você não parar de me corrigir. Ou corrigir-me.
- É para o seu bem.
- Dispenso as suas correções. Vê se esquece-me. Falo como bem entender. Mais uma correção e eu...
- O quê?
- O mato.
- Que mato?
- Mato-o. Mato-lhe. Mato você. Matar-lhe-ei-te. Ouviu bem?
- Pois esqueça-o e pára-te. Pronome no lugar certo e elitismo!
- Se você prefere falar errado...
- Falo como todo mundo fala. O importante é me entenderem. Ou entenderem-me?
- No caso... não sei.
- Ah, não sabe? Não o sabes? Sabes-lo não?
- Esquece.
- Não. Como "esquece"? Você prefere falar errado? E o certo é "esquece" ou "esqueça"? Ilumine-me. Me diga. Ensines-lo-me, vamos.
- Depende.
- Depende. Perfeito. Não o sabes. Ensinar-me-lo-ias se o soubesses, mas não sabes-o.
- Está bem, está bem. Desculpe. Fale como quiser.
- Agradeço-lhe a permissão para falar errado que mas dás. Mas não posso mais dizer-lo-te o que dizer-te-ia.
- Por que?
- Porque, com todo este papo, esqueci-lo.
Fonte:
VERISSIMO, Luis Fernando. Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001. p. 65.
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Museu Militar Brasileiro- Panambi-RS, um local que encanta crianças e docentes...
Como educação e a falta dela nunca são de todo virtuais o Maria Docente fez um período de férias (não remuneradas...) para relaxar...
Estive passeando em Panambi, local em que passei a minha infância e adolescência, terra que as minhas lembranças adotaram como Natal. Nasci numa cidade próxima mas fui para lá muito pequena (nomeação de minha mãe) e assim, dou-me o direito da natalidade por identificação.
Para quem me conhece (na intimidade), não é novidade que o ano só começa aqui em casa depois de uma "cruzadinha" na "Cidade das máquinas". Sempre explico a prioridade do destino: considero rever amigos e familiares queridos revigorante. A culinária, típica alemã, torna a estada lá muito melhor. Em Panambi, e acho que só lá, produzem um embutido feito com batata inglesa e carne de porco ou gado que é de um sabor sem igual. Sem falar no tradicional käsen kuchen (bolo de queijo) e nos bolos de amendoim e maçã que são comuns nas padarias, e [...] na salada de frutas (com chantilly) da Cooperativa!
Bem, (ai, ai) a balança é sempre o indicativo de que está na hora de voltar para a casa. Para o pão integral, para as carnes brancas e, principalmente, para o reencontro com o despertador...
Contudo, como "cachaça é uma desgraça", mesmo em férias, peguei a filharada e fui conhecer o Museu Militar Brasileiro que está em fase de organização na cidade. Fiquei encantada com as inúmeras possibilidades de trabalhos educativos que poderão partir da visitação ao local.
A iniciativa do Museu foi do empresário local Sefferson Steindorff, dono de uma usina de reciclagem de ferro. Contudo, diante do que vi, prefiro designá-lo como um empreendedor cultural. Tanto no trabalho de restauração quanto no cuidado com o material exposto, percebi um desejo genuíno desse Panambiense em partilhar parte da história militar com a "criançada". (Gosto de adultos não alérgicos à presença de crianças!).
No local, além de veículos como: motos, caminhões, jipes e tanques de guerra, também foram montados cenários de vivências dos soldados: refeitório, quartos, enfermaria. Caixas de som espalhadas no ambiente transmitem gravações de notícias veiculadas nos períodos de combate... É sensibilizante...
Um boeing 737 (transportado por terra de Porto Alegre até Panambi) está sendo transformado em sala de cinema. Nela serão exibidos documentários e filmes que tenham a guerra como temática. Também uma pista está sendo planejada (segundo informações da recepcionista) afim de que o tanque de guerra possa ser visto em movimento. (Quem quer ver?)
Ainda, de acordo com informações, a partir de março de 2011 as sessões de cinema deverão iniciar. E graças a uma parceria com a Prefeitura Municipal, o Museu poderá receber grupos de até 100 crianças para a visitação. Um guia e uma professora de história da Rede Municipal de Ensino estarão orientando os visitantes.
(Boeing 737- ano 1986- 149 lugares/ sala de cinema)
Seguem algumas das 75 viaturas militares já expostas.
Lero-lero 1/2011: Meu cunhado é amigo do proprietário dos veículos do Museu e, talvez, por isso, nossas crianças puderam chegar tão perto de tudo. Brincaram de soldados. Não acredito que isso seja possível no futuro em virtude do desgaste que os pelotões de "soldadinhos" poderão causar. Fiquei feliz em ver o material lá e paradinho... Sem uso, em ótimo estado de conservação.
Tenho um grande amigo em Caxias (o mais inteligente de todos: Xandão) que tem como hobby o plastimodelismo e os aviões de guerra são os seus preferidos, cliquem no título e caiam no site de divulgação e venda de produtos. Vou solicitar umas fotos das miniaturas que ele monta para postar aqui. Essa é uma prática que pode substituir o lego na entrada para a adolescência e que sempre recomendo. (Hobby caro e instrutivo).
Diante daquele arsenal de guerra, algumas obras me vieram à mente:
O diário de Anne Frank- Lembrei-me do quanto desejei salvá-la (Anne) durante a leitura... e de como lamentei a morte dela num campo de concentração... Independente de ser ou não um romance histórico (dado as inúmeras contestações quanto à veracidade da obra), como literatura (talvez) de uma memória coletiva do período da guerra tem o seu valor instrutor...
O menino do pijama listrado- Menos polêmico mas nem por isso, menos intenso nas mensagens de paz, essa obra é encantadora: já presenteei muitos parentes com ela. A história (fábula) de duas crianças que rompem a fronteira da guerra em meio a uma amizade verdadeira é emocionante... (Marias, leiam...).
Tistu, o menino do dedo verde. Esse clássico já foi comparado ao Pequeno Príncipe pela simplicidade e complexidade. Considero um "manual" de virtudes, via literatura, merece e rende muitos projetos... Cada capítulo aponta um caminho...
A escolha de Sofia: Essa obra pode ser para as mulheres o "decifrar" literário da condição materna... Como escolher qual dos "cinco dedos" deve ser cortado? Merece leitura, merece sessão de cinema... Merece debate, merece comparativos ( ou vida pessoal ou profissional? ou eu ou tua mãe? Etc.)
Obs: Estou retomando tudo, o doutorado ( oba!) o trabalho ( yes!) e a minha mania de ficar aqui escrevendo e divulgando o pensamento... Meu objeto de pesquisa é a formação do Pedagogo alfabetizador. No futuro postarei partes desse trabalho.
Outros: O que li nas férias? Livros de nutrição e de administração de empresas... Motivo? Simples, gosto de saber o que os "outros" estão elegendo como sendo o correto... Descobri cada "crueldade administrativa", cada "santo remédio" gastronômico... Também postarei no futuro...
Deixem comentários, dicas, solicitações etc. (erros de escrita... podem corrigir!)
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