Justificativa: Somos uma nação "afrodescendente", entretanto, ainda engatinhamos no quesito do reconhecimento dessa gênese. Assim, carecemos de práticas efetivas em sala de aula que promovam reflexões e comportamentos em defesa da humanidade global.
"A escola legitima discursos: que sejam em prol da empatia". (SCHEFER)
Objetivos: Possibilitar debates e ações educativas que estremeçam quaisquer ideias de superioridade racial e ao mesmo tempo resultem na valorização da raça negra enquanto determinante para a sociedade Verde e Amarela.
Etapas prováveis:
Conversas informais com: historiador ou voluntário ( membro de movimentos) sobre a formação do Brasil e a tríade: índios- brancos- negros.
Conhecer e refletir sobre a história de Zumbi dos Palmares.
Oficinas de capoeira.
Compreensão do objetivo da criação da data comemorativa (20 nov.) da consciência negra.
Conversas informais: explanação das cotas para afrodescendentes nos mais diversos setores nacionais: acesso à Educação Superior, cargos públicos, etc.
Estudos sobre a influência da cultura africana nos costumes nacionais.
Confecção de mural das personalidades negras que dignificam a raça nos mais diversos campos: Esporte, Mídia, Artes, Política...
Sarau de histórias com personagens negros (reflexões sobre os papéis).
Conclusão: Mostra pedagógica para a socialização dos conhecimentos na comunidade.
Obs: Seguem duas obras que podem ajudar, fora as tradicionais: Menina bonita... O menino marrom... Negrinho do Pastoreio... A bonequinha... ( ?????????????)
Lero-lero: Cliquem no título e caiam na Wikipédia, lá constam informações sobres as cotas disponíveis para os negros em vários links.
O site que segue capturei na rede e pode contribuir, afinal: "quem não gosta de samba bom sujeito não é ou é ruim da cabeça ou doente do pé... (Dorival Caymmi)
http://www.ciranda.net/brasil/ciranda-afro/article/africa-berco-do-samba-i
Ah, a tecitura desse projeto de estudos iniciou lá (na escola da Esperança) por iniciativa das professoras "clap,clap".
Beijos! Boas aulas!


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