sexta-feira, 4 de outubro de 2013

De volta, e feliz!

Buenos, 

 Voltei, ontem, de um encontro de pesquisadores realizado em Goiânia (UFG). Eu nunca tinha ido a Goiás, por isso, o "tur pedagógico" foi ainda mais interessante, sou grata à Unisinos e à CAPES por mais ISSO. ____________________________________________________

 Na universidade, uma imersão de conhecimentos...
 Aprendi, como aprendi... (só não sei se apreendi o certo... )
Fiz amizades-contatos com muita gente bacana, em  encontros no ônibus que fazia o transfer do hotel para o evento (Anped), no restaurante universitário, nas sessões de estudos, no GT de Educação Fundamental...  O "radar identitário lumiou o tempo todo". 
Fiquei com muita vontade de circular entre os GTs, dar uma espiadela no grupo de Educação Popular, no de Gênero, no de Formação de professores, no de...
Contudo, como estreante, quis compreender um pouquinho da dinâmica de um grupo de trabalho. Por fim, foi bom, os trabalhos, o minicurso, as arguições no GT escolhido foram ótimas. Cito, em especial, a fala do Prof. Sílvio Gallo sobre a "Educação menor", sobre os textos menores, sobre a menoridade como símbolo da diferença... muito bonito! 
Outro ponto alto,   foi  rememorar a história da legislação educacional do Brasil na VOZ do Prof. Dermeval Saviani! 
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Acontecimentos:

Durante a abertura do evento ocorreu uma manifestação tão incisiva, por parte dos professores da rede municipal, que estão em greve, que a representante do poder público não pode participar da composição da mesa... Faixas, vaias, cornetas! 
Os manifestantes foram aplaudidos pelo público, encorajados pelos pares! 
Além disso, muito se falou durante o evento sobre o ocorrido no Rio de Janeiro em relação à greve dos professores. Todos ficaram surpresos com as ocorrências, acompanhadas em tempo real, via smart fones... 
Eu mesma nunca imaginei ver os professores na rua, dispostos a levar "pimenta no olho" em busca de respostas...
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Fui a um parque central  e  fiquei impressionada com o número de famílias que chegavam ao local para fazer piquenique. Traziam toalhas e alimentos. Nesse parque há um jardim zoológico onde é possível ficar bem perto das aves. Chamou atenção os pavões disputando barulho com as gralhas, ensurdecedor! 
Por outro lado, gostei muitíssimo do ritmo da voz do povo, não abrem a boca sem proferir um pronome de tratamento acolhedor... meu lindo, minha querida, "oche, meu santo!", vá com Deus, tudo de muito maravilhoso para você, meu jatobazinho!
Enfim, coisinhas... que fazem a gente querer ficar por lá amaciando a humana existência! 
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O campus da UFG  é maravilhoso, quase uma reserva ambiental. Muitas árvores lindas, habitadas por macacos (prego) que circulam livremente entre os estudantes. Imagem interessante!  _________________________________________________________________________________

Aproveitei  as escalas entre os voos e revi minha filha em São Paulo... afofei ela de abraços!
Almoçamos no bairro da Liberdade, num restaurante pop/oriental. Lá havia um guru, fiquei conversando em "japonturguês" (quase uma hora) com o centenário. Ele fez meu mapa astral:  todo desenhadinho na vertical, depois leu minha mão. Eu nem sabia que os orientais também fazem isso! Na leitura, concluiu que, rica eu nunca vou ser, porém, que o dinheiro certo para as coisas certas nunca vai faltar... (fiquei aliviada!). Ele também falou que sou confiante...corajosa...destemida (aí, já achei que ele...apelou para o gênero da autoajuda!).
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Gostei de ouvir as notícias sobre o Amarildo!
O fato de 10 policiais terem sido indiciados é significativo. Que seja resolutivo!
Não é possível que a prática de policiais de abduzir HUMANOS PERIFÉRICOS e de não devolver os  "investigados" ao lócus de "ESTUDO" continue, e sem intervenção!
Afinal, onde estão as GARANTIAS FUNDAMENTAIS da pessoa humana de que fala a "prateada" Constituição Nacional? Tudo indica que algumas normas de eficácia contida não estão resistindo! Necessitam de regulamentações, do "tintim por tintim". 
Especificamente, no caso em questão, caberia uma  "Lei do Amarildo", que viesse a disciplinar os direitos das pessoas independente do lugar onde  estejam VIVENDO! 
Ademais, torço para que encontrem o corpo do Amarildo e que prestem a ele todas as homenagens dignas de um iluminado, mesmo que, em vida, ele não tenha sido digno de holofote$! 
Beijos, até! 

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