Pobres crianças que emergem nos cenários apresentados na televisão e acreditam piamente na felicidade prometida... Pobres pais que "entram na deles" e fazem de tudo para realizar o sonho dos pequenos. Infantes pais, infantes filhos... Maturidade? Somente das equipes de marketing que sabem exatamente como vender o "pacote turístico".
Nos dias de hoje, um presente de Natal precisa partir da pergunta: o que você está precisando? Ou: de que você realmente gosta de brincar?
Além disso, as crianças precisam saber de quanto os pais dispõem para as compras. Crianças com mais de oito anos, provavelmente, já não acreditam no Papai Noel, permitir que escolham um presente a partir de um vale-compras pode ser bem divertido (instrutivo)... A decepção entre o anunciado e o "tateado" poderá ocorrer nas prateleiras e não depois que o produto foi adquirido pelos Noéis.
Sugestões:
Livros são sempre bons presentes, a Série Tubo Maluco da Girassol é muito legal, além da possibilidade das crianças aprenderem sobre um dado assunto, elas podem interagir com os jogos de trilha e com os personagens em miniatura. Nessa linha, muitas outras opções estão disponíveis nas "silenciosas" prateleiras das livrarias. Jogos são brinquedos auto-renováveis novas relações, emoções e aprendizados se efetivam em cada contato.
Os brinquedos de encaixe (tipo LEGO) também fogem do estático, além de feitos com material durável (não viram sucata no segundo mês) permitem a criação e a interferência direta das crianças. As peças viram casas, estradas, postos, castelos...
Para finalizar, os "kits férias" com os mais diversos materiais: colas coloridas, canetas, massinhas de modelar, purpurina, argila, miçangas, etc. Convites para o envolvimento...
"Diferente de lembrancinhas, um presente é sempre o desejo de alguém para alguém": a subjetividade está contida no embrulho... Incentivar ou não o consumismo, a criticidade, o MOVIMENTO, depende de nós, MARIAS!


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