domingo, 4 de setembro de 2011

Esteio: voltei voando... dessa vez, de:

Retornando de Esteio. As alunas de lá protestaram o fato de eu ter dito no blog que voltei de vassoura da última vez (Grazi), falaram que eu deveria ter mencionado "terra da Expointer". Enfim, querem que eu fale dos cavalos... Tudo bem, só me nego a falar na espera do cavalo branco... Depois de um "tur" nos estudos de gênero, não ficaria nem bem!
Então, vamos deixar bom para todas: fui a Esteio e passei um dia maravilhoso ouvindo lendas indígenas, músicas Guarani, e trocando ideias pedagógicas, com uma turma de professoras Sherazades. Sentirei saudades!
Voltei voando, voando sim! Dessa vez de cavalo, não qualquer cavalo, nem sei se ele já foi premiado... 
O fato é que era alado... iupi!
Beijos, e a lenda do dia (brindada com garrafinhas de guaraná customizadas) segue para a semana: só professoras são capazes dessas proezas, decorar garrafas para contar histórias e presentear os ouvintes... Tudo de bom!
Posto as fotos mais tarde.

                                          A lenda do Guaraná
Um casal de índios pertencente a tribo Maués, vivia junto por muitos anos sem ter filhos mas desejava muito ser pais. Um dia eles pediram a Tupã para dar a eles uma criança para completar aquela felicidade. Tupã, o rei dos deuses, sabendo que o casal era cheio de bondade, lhes atendeu o desejo trazendo a eles um lindo menino.
O tempo passou rapidamente e o menino cresceu bonito, generoso e bom. No entanto, Jurupari, o deus da escuridão, sentia uma extrema inveja do menino e da paz e felicidade que ele transmitia, e decidiu ceifar aquela vida em flor.
Um dia, o menino foi coletar frutos na floresta e Jurupari se aproveitou da ocasião para lançar sua vingança. Ele se transformou em uma serpente venenosa e mordeu o menino, matando-o instantaneamente.
A triste notícia se espalhou rapidamente. Neste momento, trovões ecoaram e fortes relâmpagos caíram pela aldeia. A mãe, que chorava em desespero, entendeu que os trovões eram uma mensagem de Tupã, dizendo que ela deveria plantar os olhos da criança e que deles uma nova planta cresceria dando saborosos frutos.
Os índios obedeceram aos pedidos da mãe e plantaram os olhos do menino. Neste lugar cresceu o guaraná, cujas sementes são negras, cada uma com um arilo em seu redor, imitando os olhos humanos.
Fonte:
http://www.sumauma.net/amazonian/lendas/lendas-guarana.htm
Conforme  prometido, seguem as fotos da "oficina de bonecas de plástico": Pós-Graduação em Educação Infantil- Educinter- Esteio/RS. 



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