O retorno às salas de aula também pode ser o retorno aos Projetos de Estudos, de Trabalho, Didáticos, enfim, a nomenclatura de organização de estratégias para um dado aprendizado é o que menos importa. Também é pouco relevante os termos que o professor utiliza para definir os passos de um planejamento dessa natureza. Existem várias sugestões de autores em livros e em revistas educativas
(Pátio, Revista do Professor, Nova escola,etc) de passos de um projeto.
Tema/ Objetivo Geral ou Justificativa/ Área ou áreas contempladas/ Objetivos específicos/ Atividades prováveis/ Atividade avaliativa ou comunicativa... (etc)
O ponto de partida pode ser uma necessidade do grupo ou apenas a curiosidade.
Sobre isso também há controvérsias, pois até que ponto a fala das crianças exprime uma necessidade ou curiosidade de aprendizado?...
Entretanto, tem coisas que só o professor e o seu grupo poderão definir, a bússola para o aprendizado é a distância entre o que se quer ensinar/aprender e o potencial das crianças para o refinamento ou aquisição de um novo aprendizado...
Em outros termos, saber onde se quer chegar é fácil, já para chegar lá (no entanto) é preciso saber exatamente onde se está. De onde partir e qual o melhor modo de fazer a travessia...
Nesse momento entram os gostos e vivências das crianças (etárias e culturais) e as possibilidades de recursos de que a escola e o professor dispõem para facilitar as aprendizagens.
Sim, professor precisa construir recursos: jogos, brinquedos, fantoches, levar livros de artes, de histórias, e, por vezes, ocupar seu computador pessoal se quiser cumprir com qualidade/alegria sua função.
Um projeto banaca para o retorno pode ser a "História dos materiais escolares", já que as crianças costumam voltar eufóricas com a possibilidade de não terem que utilizar os"toquinhos" de lápis.
A evolução das classes, dos quadros, dos lápis, da escola e suas "palmatórias" pode interessar.
A indústria e comércio de materiais escolares também.
Atividades como: o recolhimento de informações sobre o grau de instrução dos pais e os materiais que utilizaram na escola garantem o envolvimento das famílias no estudo. (também renovadas em expectativas e vontade de auxiliar no processo...eheheh)
Achei dois sites bem interessantes sobre o assunto, o da Faber Castell que revela a evolução do material escolar no contexto do mercado, o que inclui a expansão de seus negócios na China (ops!). O outro site é do acervo virtual de materiais escolares do estado de São Paulo.
Seguem os endereços:
MARIAS, BONS PROJETOS! MUITAS HISTÓRIAS E "PEDAGOGIAS DESVIANTES" NO ANO QUE COMEÇA! LEMBRANDO QUE TAMBÉM EM EDUCAÇÃO "A ALEGRIA É A PROVA DOS NOVE"... E, COMO DIZ RUBEM ALVES "O QUE É BOM DA PRAZER"...
Beijos, MD. (estraçalhada de tanto lutar contra a própria ignorância, ou melhor, pesquisando...)
Beijos, MD. (estraçalhada de tanto lutar contra a própria ignorância, ou melhor, pesquisando...)
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