Bem, o recesso acabou e as aulas no Doutorado reiniciaram. Desse modo, o período é de ebulições... Estou cursando três disciplinas obrigatórias e uma optativa. Na aula da professora Gelsa KnijniK iniciamos com devolutivas de um "tema de casa". É, os "bens simbólicos" da educação acompanham os estudantes no decorrer da formação... Quanto mais tempo estudando, mais tarefas a serem cumpridas, quem reclama? Todos, mas com adornos... Afinal, todos, sem adornos, desejaram estar ali...
A tarefa de casa foi a leitura do texto, La sexualidade, esa estrella apagada. Sexualidade e poder, de Esther Díaz. Trata-se da análise (a partir das relações de poder) do filme Lanternas vermelhas (1991) dirigido por Yimou Zhang . A narrativa remete à China de 1920 e a história de uma das quatro concubinas de um chinês poderoso. Homeopaticamente, na tela, a fraqueza humana diante das mazelas do poder é iluminada com várias lanternas e poucas perspectivas de representação. Situação que (metaforicamente) alude à realidade.
A grande "cine-questão" que fica: Como estar no show e não obedecer ao roteiro?
"Só louca... E quase feliz para sempre..."
Leiam o texto, assistam ao filme... "Tudo de bom"!
Ah, vale lembrar que Esther Díaz será uma das palestrantes no VII Congresso Internacional de Educação da Unisinos que inicia na próxima semana. Inscrições para presença virtual (via Second Life) ainda podem ser feitas. Cliquem no título e caiam no site do evento.
Beijos,
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