"Aprendo mais com abelhas do que com aeroplanos. É um
olhar para baixo que eu nasci tendo. É um olhar para o ser
menor, para o insignificante que eu me criei tendo. O ser
que na sociedade é chutado como uma barata - cresce de
importância para o meu olho. Ainda não entendi
por que herdei esse olhar para baixo. Sempre imagino que venha de
ancestralidades machucadas. Fui criado no mato e aprendi
a gostar das coisinhas do chão - antes que das coisas celestiais.
Pessoas pertencidas de abandono me comovem. Tanto
quanto as soberbas coisas ínfimas".
Manoel de Barros (2001, p. 27)
Bem, "esse é o cara", meia dúzia deles no comando e, talvez, as coisas mudassem de verdade. Não para inglês, americano, italiano, turista ver...
Bjs e boa semana!
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