Não é merenda escolar...
Acho a idéia um tanto discriminatória e acredito que poderá gerar constrangimentos para os estudantes da rede pública e até desconfortos para alguns pais, pois fica (nas entrelinhas) a idéia de "grupo de risco".
Se o foco da campanha é a juventude, num movimento pela redução da gravidez precoce e das doenças sexualmente transmissíveis, que todos os jovens (ricos ou pobres) sejam encarados como necessitados de informações e de preservativos. Afinal, não foi neste país, que popularizaram a frase:"quem vê cara não vê AIDS"?
Ou esses preservativos só servem para adolescentes das classes populares? (...)
E os bolsistas da rede privada, como ficam?
O correto é que a comunidade escolar, indiferente se pública ou privada, opte por instalar ou não o equipamento. . "Democracia" (?)
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