quinta-feira, 23 de setembro de 2010

A verdadeira história da corrida entre a lebre e a tartaruga

Para compreender a "verdadeira história" leia a história que vem sendo contada...



A lebre e a tartaruga

Certo dia, a lebre desafiou a tartaruga para uma corrida, argumentando que era mais rápida e que a tartaruga nunca a venceria. A tartaruga começou a treinar enquanto era observada pela lebre.
Chegou o dia da corrida. A lebre e a tartaruga posicionaram-se e, após o sinal, partiram. A tartaruga estava correndo o mais rapidamente que conseguia, mas foi ultrapassada pela lebre que, visto já estar a uma longa distância da sua concorrente, se deitou a dormir.
Enquanto a lebre dormia, não se dava conta que a tartaruga se ía aproximando mais rapidamente da linha de chegada. Quando acordou, a lebre, horrorizada, viu que a tartaruga estava muito perto da linha de chegada. Assim, a lebre começou a correr o mais depressa que pode, tentando a todo o custo ultrapassar a tartaruga. Não conseguiu.
Após a vitória da tartaruga, todos foram festejar com ela.
(Fonte: Wikipédia)

Bem Marias, essa fábula atribuída a Esopo, igualmente às demais, traz no "pé do texto" uma sentença de efeito moral, que alude ao dito popular "devagar se vai ao longe" ou ainda "inimigo subestimado, cálculo errado".
Contudo, ouvi falar que essa narrativa possui um erro histórico, um vício de origem, já que as coisas não foram bem contadas...

A verdadeira história da lebre e da tartaruga
Há muito tempo, naquela floresta, onde foi realizada a famosa corrida entre uma lebre e uma tartaruga, somente as lebres estavam vencendo as provas. Diante disso, o público vinha se reduzindo, pois todos os animais já sabiam quem seriam as vencedoras.
Assim, a comissão organizadora das provas, formada pelos mais "ilustres orelhudos" e algumas raposas convidadas, decidiu fazer uma corrida de revitalização.
Houve várias reuniões secretas para a garantia do sucesso do evento.
O prêmio para a vencedora foi, igualmente ao das outras corridas, uma cesta cheia de cenouras. Contudo, não eram cenouras muito bonitas... Eram cenourinhas, que agradam a lagartos, tartarugas e outros bichos, jamais a lebres.
A corrida atingiu o objetivo proposto: desmaios, gritos, choros, aplausos, sonhos tartarubestos renovados... Entrou para a história.
Quanto à lebre perdedora? Dizem que foi "confortada" com muitas cenouras (?) pelas "novas amigas": as raposas.
Diante dessa revelação, cabe também uma nova sentença final ou moral:
TARTARUGA SÓ VENCE CORRIDA, SE A LEBRE NÃO ESTIVER DE OLHO NA TAÇA...
(Maria Cristina Schefer)

Um comentário:

Anônimo disse...

Adorei o post, perfeito para a época de eleições!

beijo mami :*